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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Certificação 8Ps: Metodologia do Marketing Digital: Consultor Certificado 8Ps do Marketing Digital, Sérgio Costa Taldo

Certificação 8Ps: Metodologia do Marketing Digital: Certifico que SÉRGIO COSTA TALDO se formou como Consultor Certificado 8Ps do Marketing Digital, no Curso de Certificação "8Ps do Marketing Digital", realizado nos dias 01 e 02 de julho de 2011, em São Paulo - SP, com carga horária de 30 horas (16 horas presenciais e 14 horas online) - com Conrado Adolpho.

- Certificado de Consultor 8Ps do Marketing Digital -
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fotos do Café Digital, na Universidade Católica de Petrópolis - UCP (Campus - BC, sala 128): 22.11.2011, às 19:00h.

Dedicatória escrita no livro "Os 8Ps do Marketing Digital", de Conrado Adolpho (4ª edição - 904 páginas), ao vencedor da melhor ideia/sugestão para a pergunta: "Como construir um mundo melhor por meio da Internet?"-

Dedicatória escrita no livro "Os 8Ps do Marketing Digital", de Conrado Adolpho (4ª edição - 904 páginas), ao vencedor da melhor ideia/sugestão para a pergunta: "Como construir um mundo melhor por meio da Internet?"-

- Entrega do livro "Os 8Ps do Marketing Digital", de Conrado Adolpho (4ª edição - 904 páginas), ao vencedor da melhor ideia/sugestão para a pergunta: Giancarlo Kind Schmid -

- Entrega do livro "Os 8Ps do Marketing Digital", de Conrado Adolpho (4ª edição - 904 páginas), ao vencedor da melhor ideia/sugestão para a pergunta: Giancarlo Kind Schmid -

- Entrega do livro "Os 8Ps do Marketing Digital", de Conrado Adolpho (4ª edição - 904 páginas), ao vencedor da melhor ideia/sugestão para a pergunta: Giancarlo Kind Schmid -

Grupo reunido para uma fotografia -
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Curso 8Ps do Marketing Digital: Turma 2 - RJ (01-02/07/2011)

Veja algumas fotos do Curso 8Ps do Marketing Digital: Turma 2 - RJ (ocorrido em 01-02/07/2011), com Conrado Adolpho, e relembre bons momentos! :)


- Foto 1: vista parcial da turma 2: RJ -


- Foto 2: Conrado Adolpho em ação -


- Foto 3: Conrado Adolpho, com Alexandre Teixeira e organização COM2B -


- Foto 4: Conrado Adolpho autografa o livro Os 8Ps do Marketing Digital -


- Foto 5: Conrado Adolpho com um aluno -


- Foto 6: Conrado Adolpho com Neyri Souza -


- Foto 7: Conrado Adolpho com Cláudia Moreira -
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Palestra: Os 8Ps do Marketing Digital, na UCP (Petrópolis, RJ)

Notícia importante! :)


Todos estão convidados para participar do seguinte evento:


- PALESTRA: Os 8Ps do Marketing Digital (metodologia desenvolvida por Conrado Adolpho, Campinas, SP).
- LOCAL: Universidade Católica de Petrópolis - UCP (Unidade BC: Benjamin Constant).
- DIA: 25.10.2011.
- HORÁRIO: 19h.
- SALA: nº 100 (próximo à cantina, subindo as escadas).
- INVESTIMENTO: Entrada franca.
- PÚBLICO-ALVO:
a) Profissionais de Marketing e Marketing Digital; 
b) Administradores, Gestores e Gerentes;
c) Profissionais Liberais (com Nível Superior); e/ou
d) Qualquer cidadão do séc. XXI, que utilize a Internet para lazer, trabalho, aquisição de conhecimentos e compreensão dos maiores "players" do mundo digital: Google, Facebook, Mídias Sociais e o Elevado Índice de Atividade do Consumidor.




Dados sobre o palestrante:


- NOME: Sérgio Costa Taldo.


- FORMAÇÃO: Engenheiro Mecânico, formado na UCP, em dez/1986, com especialização em Engª Térmica e Engª de Produção. Experiência de 9 anos, em revisão de turbinas de avião (turbinas GE/CFMI), nas empresas GE CELMA e GE VARIG. Possui um SOHO - Small Office Home Office, sendo Consultor em Tecnologia da Informação e Internet, desde 2000. Realizou os Cursos de Extensão: (1)- Marketing Digital, com Carol Hoffmann, na UCP, no período de abril/maio, 2011 (36 horas/aula); (2) Os 8Ps do Marketing Digital, com Conrado Adolpho, no Rio de Janeiro, em 01-02.07.2011 (14 horas presenciais e 16 horas online). É um Consultor Certificado pela Metodologia dos 8Ps do Marketing Digital.


- Conheça mais sobre Sérgio Costa Taldo, na Internet

Blog: aconscienciaeabusca.blogspot.com
Facebook: facebook.com/sergiotaldo
Twitter: twitter.com/sergiotaldo
Google+: gplus.to/sergiotaldo
Slideshare: slideshare.net/sergiocostataldo
Foursquare: foursquare.com/sergiotaldo
LinkedIn: linkedin.com/pub/s%C3%A9rgio-taldo/36/371/9ab



Venha! Participe! Traga sua experiência! Aumente seu conhecimento sobre Marketing Digital!




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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Breves devaneios de um otimista digital


Nos livramos da paranoica máquina déspota de Chaplin em Tempos Modernos, mas continuamos oprimidos e pequenos. O que nos oprime, contudo, não é mais a imensa engrenagem, mas o ínfimo bit. Ao contrário dos tempos em que a ignorância regia o planeta, não é mais a escassez de informações que nos estorva, mas o excesso delas. Como um exército de formigas, os bits nos cobrem, nos subjugam. As engrenagens, essas, coitadas, passaram a ser controladas por eles também. 

A promessa da desobrigação humana proporcionada pela tecnologia só nos torna cada vez mais ocupados. A imensidão de escolhas da pós-modernidade nos leva de volta ao prosaico. Desejamos consumir o vazio. Procuramos o sossego do espaço em branco, sem encontrá-lo, porém, em meio ao tudo que existe.

A ansiedade gerada pela notícia não sabida nos faz obstinados e vorazes leitores de emails, posts e tweets. Um segundo que se perde parece ter o poder de mudar a história de toda a humanidade. Enquanto isso, Ele, o tempo, passa, apático à nossa angústia. Vivemos cada vez mais rápido. Quanto mais velozes, mais efêmeros. Desperdiçamos a essência da contemplação. Triunfamos na abrangência, mas nos perdemos do detalhe. Cassiano Ricardo, poeta joseense, já nos dizia no início do século XX que:

“Diante de coisa tão doida
Conservemo-nos serenos
Cada minuto da vida
Nunca é mais, é sempre menos
Ser é apenas uma face
Do não ser, e não do ser
Desde o instante em que se nasce
Já se começa a morrer.”

A eterna peleja do tempo. Temos estado tão atribulados. Atarantados com o cotidiano, confundimos o fim com o meio, o palco com a plateia. Será que nossa missão como seres humanos é simplesmente acumularmos riquezas o mais cedo que conseguirmos, vivermos das suas benesses e adiarmos a morte o quanto pudermos? Será que é só isso?

Há de haver uma saturação em que procuraremos o sentido de tudo isso. Corremos tanto que não sabemos mais para onde e nem porque. Se espreitarmos a vida em torno, como um ser nos observando de fora de nós mesmos, perceberemos um movimento, ainda que sutil, da busca de si próprio. A procura pela autenticidade das coisas.

Diante dessa pintura caótica e complexa do mundo em que vivemos, gostaria de lhe dar uma dica dessa nossa longa viagem, e a que considero a mais importante: tome cuidado para não perder o fator humano. A tecnologia não substitui o motivo pelo qual estamos todos aqui – construir um mundo melhor visando o bem comum e sermos felizes sem causar a infelicidade alheia. A tecnologia é uma ótima ferramenta para aproximar o ser humano de si mesmo. Foi feita para servir o homem, não o contrário. Se isso lhe soa como “use filtro solar”, você está certo. É necessária uma volta ao prosaico, uma volta a essência do próprio ser.

A sua prosperidade será medida pela quantidade de pessoas que você ajudou a prosperar também. A sua felicidade, pela quantidade de felicidade que gerou nas pessoas que tomaram contato com você. Madre Teresa citou uma frase certa vez que deveríamos trazer conosco como uma lição de vida: “Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz”.

É a nossa capacidade de nos solidarizarmos com nossos semelhantes e lutar pela humanidade de cada um deles – lembre-se do conceito de Ubuntu – que nos fará uma espécie vitoriosa. Será essa solidariedade que nos livrará do trágico final com o qual flertamos a cada homicídio ou desejo de vingança – a auto-destruição, como algumas vezes na história do mundo nos aproximamos tão perigosamente vendendo barato o nosso maior dom, a vida. A tecnologia, a internet, o marketing digital são só meios para construirmos uma história que desejaremos contar aos nossos netos. A tecnologia não é um fim em si mesma. Apenas um meio.

A internet é um meio para construirmos um legado e para que partamos deixando um mundo melhor do que o que encontramos quando chegamos. Um meio para promovermos uma vida digna para quem, por exemplo, a maior preocupação hoje não é se a campanha vai viralizar ou não, mas se irá conseguir comer no dia seguinte.

Há cerca de 1 bilhão de pessoas que passam fome no mundo. 1% da população detém 43% da riqueza mundial e 43% da população reparte 2% da riqueza. Cerca de 50% da população mundial vive com US$ 2,50 por dia. Esse não é o mundo que queremos deixar para nossos filhos. As estatísticas nos mostram que devemos fazer algo para mudar esse quadro e rápido. O abismo social está se tornando insustentável e o resultado nós já sentimos a cada calafrio que nos invade quando algum desconhecido se aproxima para perguntar as horas.

A mudança de consciência do ser humano com relação ao que está fazendo consigo mesmo já vem acontecendo há alguns anos, porém, faltava um elemento de ligação. Que fizesse com que as tímidas e estanques iniciativas formassem um único corpo para transformar a realidade. Acredito na internet como esse elementos de coesão. Uma ferramenta de democratização do conhecimento gerador de riqueza, de distribuição mais igualitária de renda em nível global e de formação de indivíduos que compreendam e aceitem a diferença. Posso ser considerado um otimista, mas quando observo as belíssimas ações sociais que pequenos grupos de pessoas têm realizado ao redor do mundo para transformar sua sociedade, vejo que tenho motivos para acreditar na solidariedade, na consideração do ser humano com os seus semelhantes – do latim “con”= junto e “sidera”= estrelas, por alguém junto às estrelas.

Em uma passagem do filme “O Dia em que a Terra Parou”, Keanu Reevers (na versão mais moderna), interpretando o extra-terrestre Klaatu com poderes de exterminar toda a raça humana, tem uma discussão filosófica com um prêmio Nobel, Professor Barnhardt (interpretado por John Cleese). O motivo da eminente exterminação da nossa espécie seria o que estaríamos (e estamos) fazendo com o planeta Terra, um dos poucos planetas no universo capaz de abrigar formas complexas de vida: destruindo-o. O professor argumenta que a humanidade, diante de uma situação limite, acharia seu caminho, assim como a própria espécie de Klaatu encontrou o seu. Algo como Jeff Goldblum dizendo “Nature finds its way” (a natureza encontra seu próprio caminho) em Parque dos Dinossauros. Estamos nessa situação limite. A crença de que a humanidade encontrará seu próprio caminho antes de ultrapassarmos o limite a partir do qual não haverá mais volta, divide o mundo entre otimistas, pessimistas e os que não pensaram sobre o assunto (que representa a maioria, infelizmente).

Nossa espécie não chegou até aqui por um mero acaso. Somos fruto de uma evolução contínua que nos trouxe das cavernas aos arranha-céus. Da pedra lascada ao iPad. As mazelas humanas das quais somos todos vítimas, ricos ou pobres, são frutos da vontade e da vaidade de uma porcentagem ínfima da população. A porcentagem que ainda detém o poder representado unicamente pela quantidade de zeros em sua conta bancária. Um Egito, uma Líbia, um ReclameAqui ou uma crise global de 2008 levando poderosos a bancarrota e fazendo países até então considerados pobres a ganharem o estatus de “emergentes” nos mostra que o eixo de poder está mudando de sentido.

Em um mundo em que o local virtual faz com que as pessoas se unam para lutarem pelos seus direitos independente do local onde habitam, bastando para isso ter uma conexão com o mundo e um hardware, faz com que a vontade de muitos seja mais forte do que o poder de poucos. Um novo mundo de possibilidades se abre a partir de então. Uma saída para o beco em que a humanidade se encontrava até o século passado em uma economia baseada na indústria e na manufatura. O poder será cada vez mais medido pela conexão e pelo compartilhamento, não mais unicamente pelo dinheiro. Será medido pelo capital social, não tanto pelo capital monetário. Talvez o melhor exemplo disso atualmente seja o Facebook.

É lógico que existe uma grande chance da história ainda nos reservar algumas surpresas com relação a isso. Com o aumento de poder advindo das massas conectadas, governos brigarão, não mais por terras ou petróleo, mas pelo controle da conexão. A semente disso já está acontecendo com sob o tema “imparcialidade da rede”. Será um mundo em que possivelmente hackers serão revolucionários construindo redes de conexão clandestinas e paralelas para manter a comunicação livre. MadMax parecerá um filme infantil diante de um mundo, como diria Thomas Friedman, quente, plano e lotado, e ainda com batalhas centradas em domínio de alta tecnologia de infra-estrutura de conexão global. A humanidade encontrará seu jeito? Acredito que sim.

A internet chega ao nosso cotidiano como um fator de coesão e potencialização humana. Uma enorme rede neural que transforma o próprio planeta Terra em um grande cérebro. Um cérebro é formado por neurônios e sinapses, dentre outros elementos. Atualmente o planeta, nossa plataforma cerebral global, é formada por cérebros e conexões. Um cérebro de cérebros. Não há como imaginar onde essa massa cefálica multicultural poderá nos levar dado que não sabemos ao certo nem a capacidade total de nosso próprio cérebro.

Assim como o organismo da menina do início de Guerra dos Mundos intuitivamente sabia que seu organismo solucionaria sozinho o problema do corte, acredito que esse grande organismo formado pelo nosso planeta Terra, seres humanos e a internet, que chamo carinhosamente de sistema geohumanointerativo, resolverá as suas próprias mazelas (recomendo ler a teoria de gaia, que considera o próprio planeta como um sistema complexo vivo).

Mudar o mundo não é algo fácil. Muitos dos que leem esse artigo tentam mudar a cabeça de seus chefes, de suas famílias ou simplesmente de seus amigos tentando mostrar que a internet é algo muito maior do que se percebe. É uma força criada pela natureza humana que modificou profundamente o criador. Que lhe fez enxergar mais longe e a criar uma nova dimensão existencial que interfere e modifica a dimensão física cotidiana. Da mesma maneira que você leitor, tenta mudar a cabeça dos seus pares quanto a eficiência da internet para mudar uma empresa, eu tento, através desses parágrafos finais, convencê-lo da internet como uma ferramenta de mudança global.

Mudar o mundo exige esforço, dedicação e principalmente persistência – “as pessoas não falham, elas desistem”, é a minha filosofia de vida. Não desista dos seus sonhos e conseguirá o que quiser, até mesmo mudar a sua própria realidade e das pessoas que o cercam por meio da rede. Finalmente, nós, indivíduos até então isolados pelo espaço, temos a oportunidade de nos juntarmos para discutir a mudança nesse espaço virtual e aumentarmos as chances de sucesso na nossa empreitada de construir um mundo melhor.

Concluído isso, terminarei meu breve devaneio, com uma frase que deve fazer você pensar:
Estou disposto a mudar o mundo. E você?

Fonte: Marketing Digital, por Conrado Adolpho, em http://goo.gl/po5Rn (texto integral).
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terça-feira, 28 de junho de 2011

Comunicação de marcas por meio do Índice de Atividade do Consumidor (texto integral)



Ah... os anos 80. Sem dúvida a mais divertida e de mau gosto época de todos os tempos. Se você tem por volta de 40 anos, deve se lembrar do Juba, Lula, Bacana e Zelda Sott no Armação Ilimitada, do Atari e do memorável Pac-Man, do par romântico Tom Cruise e Kelly Mcgillis em Top Gun, do “Quem matou Odete Roitman”, das roupas coladas no corpo e coloridas e, principalmente, das propagandas memoráveis como a Morte do Orelhão, Primeiro Sutiã e os bordões até hoje lembrados “Eu sou Você amanhã” e o “Bonita camisa, Fernandinho”.

Junto a cada uma dessas propagandas, que eram quase tão reverenciadas quanto o último capítulo da “novela das oito” (foi-se o tempo em que “Vale Tudo” de Odete Roitman batia 86% de audiência na TV), vinha um sem número de anúncios de revista, outdoors, anúncios em rádios e toda espécie de veiculações para fortalecer a ação. Era preciso fazer isso para alcançar a maior quantidade de consumidores possível. A concorrência não era tão insana quanto é hoje e o objetivo era comunicar a marca às massas. A lei era simples: quanto mais gente via a propaganda, mais gente comprava.

O consumidor, passivo diante da massificação da comunicação, prostrava-se a frente do seu aparelho de TV e assistia Viúva Porcina, Sinhozinho Malta e Roque Santeiro no intervalo entre as propagandas. O consumidor era inerte e basicamente reagia às informações que lhe eram impostas. Em 82, “Em Busca da Excelência”, de Tom Peters (e Bob Waterman), já preconizava o apelo às corporações para que passassem a olhar para as pessoas como diretriz primordial. Foi o início da era do consumidor que se iniciaria na próxima década e que trouxe o marketing para as massas. Os anos 90 trouxeram o impacto tecnológico e acabou com aqueles cortes de cabelos ridículos, diga-se de passagem, em boa hora.

O consumidor começa a experimentar uma mudança de hábitos incentivada por mudanças em todo o mundo como a queda do comunismo e a reunificação da Alemanha, advento do formato MP3, ECO 92, Impeachment, crise na Ásia, o conceito de “Cocooning” cunhado por Faith Popcorn, fim do regime do Apartheid. Telefones celulares e a Internet invadem nosso dia-a-dia, manifestações antiglobalização tomam o mundo de assalto e vários outros eventos que mudaram o mundo. Os acontecimentos dos anos 90 mostraram ao consumidor que o modelo vigente de mundo que imperava há anos havia se desgastado e que, assim como na Grécia antiga, os olhares estavam se voltando cada vez mais para o indivíduo e não mais para as corporações.

O consumidor já estava moldando o seu ambiente a seu gosto e ansiava por mais meios que o permitissem participar da construção desse novo mundo. A Internet, então, vem como uma resposta clara e inequívoca à sua necessidade e é adotada em larga escala causando uma nova revolução social, nos moldes da descoberta da escrita, da agricultura ou da Revolução Industrial. O consumidor passa a ter papel cada vez mais ativo na economia e em muitas ocasiões passa a ditar as regras. Deixa de lado a passividade que imperou nos anos 80 e passa a exercer um nível de atividade na comunicação existente no mercado sem precedentes.

As empresas passam a ter a exata percepção de que tempos difíceis virão, tempos em que terão que agradar um ente sem rosto, mas com nome e necessidades específicas além de ser poderoso o suficiente para fazer cair por terra conglomerados, por maior que sejam – o consumidor. Não adianta jogar segundo as regras do basquete se o jogo agora é bilhar. Os novos tempos trouxeram novas regras e as empresas que já nasceram nesse novo universo já se criaram adaptadas às novas regras. As que imigraram para esse novo mundo, naturalmente, têm dificuldades de entendê-lo e podem não mudar tão rapidamente quanto é necessário.

Segundo essas novas regras, o consumidor, que antes era passivo diante da comunicação e recebia informações reclamando calado em seu lar, ilhado de outros com as mesmas críticas, agora se junta aos seus pares como um grupo revolucionário. Faz suas críticas sob nossos pés em informações invisíveis circulando em fibras ópticas a velocidade da luz e em todas as direções. Um código silencioso que rui as paredes mais sólidas e erige empresas até então desconhecidas.

O consumidor dos novos tempos é independente. Quer tomar suas decisões sozinho, quer pesquisar, escolher, produzir, misturar, participar, comprar, indicar e criticar. Quer mudar a empresa toda se vê que algo nela não lhe agrada - sob pena de não comprar mais dela e ainda criticá-la para milhares de pessoas ao mesmo tempo através de um simples e ligeiro blog. Quer produtos personalizados, quer atendimento de qualidade. Ford diria que estamos praticamente diante de um ditador, o consumidor 2.0.

Toda compra exige perdas e ganhos. O Marketing se apóia nesse conceito. É preciso um certo grau de atividade no processo de comunicação para que o consumidor perceba que está levando mais valor do que o preço pelo qual está pagando e, então, uma transação comercial aconteça. Nos anos 80 toda a atividade se concentrava praticamente na comunicação da empresa. Era dela o papel de comunicar as marcas, gerar movimento no ponto de venda, fazer promoções, falar bem do produto e fechar a maior quantidade de vendas que conseguisse. A quantidade de verba investida nesse processo era proibitiva para pequenas empresas e definia os vencedores do mercado em que só as grandes sobreviviam por terem ganhos de escala muito maiores. Por isso, lembramos de tantas propagandas memoráveis dos anos 80. O investimento em publicidade, basicamente em três ou quatro meios, era indecente.

Após o período de transição dos anos 90 e o crescimento da Internet, atualmente é o consumidor que participa com a maior parte dessa atividade. É ele quem pesquisa a empresa que deseja pelo Google, é ele que produz parte do produto quando escolhe a cor de seu carro e acessórios no site da montadora, é ele que dirige todo o processo de compra em um comércio eletrônico, é ele que indica o produto por e-mail ou o critica em um site como o ReclameAqui.

O barateamento do chip de silício e toda a tecnologia que ficou acessível a qualquer consumidor e empresa, seja pequena, média ou grande, fez com que alguns abismos entre corporações globais e botequins de bairro desaparecessem. Nesse novo cenário, empresas que continuam investindo verbas multimilionárias começam a dividi-las entre os diversos canais em que os consumidores se encontram comunicando-se entre si. Pode ser no Orkut, pode ser nas resenhas da Amazon, mas pode ser em um Messenger ou chat do UOL.

Não é preciso ir muito longe para perceber que não há verba que chegue para cobrir todos os canais possíveis. E para piorar a situação, a cada dia surgem novos canais. Poucos imaginariam que um microblog chamado Twitter seria uma ferramenta de comunicação entre empresas e consumidores. Nesse novo mundo plano, em que o consumidor tem boa parte da atividade de comunicação na relação cliente-empresa, as pequenas empresas pela primeira vez têm uma chance de virar a mesa do mercado ao passo que não precisam investir os milhões que as grandes despendem. Basta que invistam o mínimo necessário para aproveitar essa atividade do usuário deixando para ele a maior parte do trabalho.

Qualquer “atividade”, aqui falada, no mercado representa dinheiro vivo sendo gasto. Quanto mais a empresa puxa para si o papel ativo na relação com o mercado, mais ela tem que investir. Por outro lado, quanto mais ela delega tal papel para o consumidor, menos ela tem que investir. O aparente paradoxo é que o retorno das empresas que delegam o papel ativo para o usuário é, na média, maior do que as que investem milhões para comunicar suas marcas. Tome como exemplo o site de buscas do Google.

Parece haver um jogo de soma zero em que as atividades de comunicação geradas pelo consumidor e geradas pela empresa sempre tem um valor constante, ou seja, quanto mais o consumidor é ativo, menos a empresa precisa ser e vice-versa. Entender isso pode mudar o direcionamento de marketing de uma organização. É mais sensato, ao invés de “fazer o trabalho” por todos os consumidores, fazer com que esses milhões investidos em comunicação acabem sendo produzidos pelos mouses de mais de um bilhão de usuários.

É nesse ponto que entram as ferramentas gratuitas (ou quase) que permitem pequenas empresas participarem da receita do mercado. Desde vídeos no YouTube, perfil no Facebook, no Orkut, campanhas via Twitter, marketing viral, criação de um blog, bom posicionamento na busca orgânica do Google – todas essas ferramentas gratuitas – até links patrocinados no Google, software utilizados como serviços (saas), programas de afiliação, aluguel de lojas virtuais semi-prontas e outras ferramentas – praticamente gratuitas.

O consumidor, que está navegando por todos esses espaços virtuais, hoje em dia está disposto a procurar por suas necessidades seja em uma empresa pequena, seja em uma empresa grande, desde que lhe transmita credibilidade e lhe preste um bom atendimento, além de fazer por ele aquilo que as corporações não conseguem fazer – personalização.

É em função dessa mudança no índice de atividade do consumidor que as empresas devem repensar suas estratégias e aproveitar essa alavanca que ele fornece às instituições. Saber aproveitá-lo pode representar uma tremenda economia na verba de comunicação das empresas.

Quem sabe essa verba economizada não possa ser utilizada para melhorar o atendimento e a personalização de produtos cumprindo finalmente o que o marketing prega há mais de 50 anos, em uma época em que nada disso existia?

Por Conrado Adolpho: cursou ITA, Unicamp e IBTA. É formado em marketing e pós-graduado em economia. É diretor da Publiweb Marketing Digital (www.publiweb.com.br) – empresa de marketing de buscas – e é o autor do livro brasileiro de marketing que mais vende no país - o livro “Google Marketing”. Também ministra palestras e consultorias em marketing digital. Mais informações em seu blog www.conrado.com.br/blog.

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Google Marketing: Takes de Palestra de Conrado Adolpho

Compartilho este vídeo, sobre Google Marketing, que são Takes de palestra de Conrado Adolpho, na Endeavor. Assista em http://goo.gl/jaDMA.

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domingo, 15 de maio de 2011

50 Livros da Biblioteca Básica de Marketing Digital (texto adaptado)

Com um texto adaptado, publicamos a lista com 50 Livros da Biblioteca Básica de Marketing Digital. A partir de então, novos livros e comentários serão incluídos neste espaço.


Segundo Conrado Adolpho, autor do livro Os 8Ps do Marketing Digital - O Guia Estratégico de Marketing Digital (904 páginas, 4ª edição), para ser um especialista em Marketing Digital, recomenda-se o seguinte: "A minha indicação sempre vai na direção de 'leia, leia, leia, teste, teste, teste'. A sua especialização de marketing digital você fará lendo bons livros e testando em algum site (de preferência, o seu). Monte um site simples e se dedique a ele pelo menos uma hora por dia. Pode ser um site de venda de dicas para emagrecer, vendendo meias ou um blog em prol de uma causa social. (...)". Ele nos apresenta uma lista com os 50 Livros da Biblioteca Básica de Marketing Digital, que podem ser conhecidos no seu Blog, em http://goo.gl/95m5j. Apresentamos um resumo e, em breve, acrescentaremos mais alguns livros:


Apresentamos aqui os livros que auxiliaram Conrado Adolpho a construir seu conhecimento em Marketing Digital. É importante que os tenha em mente, apesar de não precisar ler todos, além dos clássicos, como o próprio Os 8Ps do Marketing Digital - O Guia Estratégico de Marketing Digital (4ª edição) e os do Philip Kotler, principalmente, Administração de Marketing (12ª Edição, com capa vermelha). Acrescentamos, também, o ótimo livro Marketing na Era Digital, da Martha Gabriel (apresenta conceitos, plataformas e estratégias de Marketing Digital).






Aí vai a lista:

1) 33 milhões de pessoas na sua rede de contatos


Um ótimo livro para estudar o case do TED e como empresas e pessoas estão construindo carreiras com ações de rede social.

2) A Busca




Literatura obrigatória para quem pensa em Internet: “Não dá para não ler”. Em termos de Internet, é um livro antigo, de 2006, sendo um dos primeiros livros editados no Brasil sobre o Google. John Battelle discorre sobre a influência dos buscadores num mundo baseado numa quantidade ilimitada de informações disponíveis. (...) Há uma resenha muito boa no Digestivo Cultural sobre o livro.

3)  A Cauda Longa




Chris Anderson merece um capítulo à parte, visto que lançou 2 clássicos da economia digital. A Cauda Longa fala sobre o mercado de nichos, onde ninguém havia escrito. A Internet derruba barreiras geográficas: o que, na sua cidade representa um nicho de 500 pessoas (o número de fanáticos por bocha, por exemplo, o que não lhe garantiria a sobrevivência nem com uma loja na avenida principal), no mundo virtual representa milhões de pessoas. A Cauda Longa mostra como ganhar dinheiro atingindo os nichos, a partir de exemplos de empresas americanas. 

4)  Free – O Futuro dos Preços




Outro clássico de Chris Anderson, “Free” é considerado melhor do que “A Cauda Longa”. É um livro de economia, apresentando como empresas em ambientes digitais conseguem transformar serviços gratuitos em milhões (ou bilhões) de dólares. A lógica do livro é bem interessante e é leitura obrigatória para repensar o modelo de negócios da sua empresa ou para abrir uma nova empresa. O livro vira de ponta-cabeça o “P” de preço, de McCarthy, mostrando que a economia dos bits trouxe inovações e modelos de se fazer negócios que nunca imaginávamos, devendo ser pensados.

5) Adwords – A Arte da Guerra




Para quem quer ficar craque em links patrocinados, esse é o livro. Ricardo Vaz Monteiro, ex-dono da Nomer, reuniu uma quantidade interessante de conhecimento sobre links patrocinados. 

6) A Estratégia de Barack Obama




O livro é o case do Barack Obama, já tão discutido e comentado pelo mundo. A vantagem é que é em formato de livro. A obra é bem objetiva e conta os passos e as estratégias utilizadas pela campanha de Obama – não só as de marketing digital, mas também o comportamento de Obama frente à massacrante campanha eleitoral.

7) A Galáxia da Internet



O sociólogo espanhol Manuel Castells dispensa elogios. Trantando a Internet com uma abordagem sociológica, discorre sobre a mudança na sociedade a partir de seus bits. Leitura para enriquecer o conhecimento da sociedade digital e entender um pouco esse mundo que nós vivemos. Não está na lista, mas na mesma linha de Castells, porém, como contraponto, sugiro Zygmunt Bauman.

8) As 22 Consagradas Leis do Marketing



“Marketing Digital” só tem o sobrenome “Digital”, continuando sendo Marketing. Ler livros de Marketing faz parte do conhecimento de Marketing Digital. O livro de Al Ries e Jack Trout foi um marco na história do Marketing. Esse livro mostra famosas leis, como: “É prefirível ser o primeiro a ser o melhor” ou “Se não for o primeiro em uma categoria, crie uma nova categoria em que você seja o primeiro”. Todas as 22 Leis propostas tem total aderência com a Internet e a economia digital. É um livro que irá acrescentar-lhe muito sobre Marketing Digital, sem falar uma palavra de Internet.

9) Posicionamento – A Batalha por sua Mente



Dispensa comentários. É comprar e ler. O livro é uma aula de estratégia de empresas, sejam elas virtuais ou não. Desde Porter, não aparecera nada na década de 80 que valesse a pena estudar a fundo. O conceito de “posicionamento”, que é atual e atuante até hoje, mereceu tal honra. 

10) As Novas Regras do Marketing e Relações Públicas



A tradução do livro trouxe o termo “public relations” como “relações públicas”, porém, o conceito de relações públicas, nos Estados Unidos, é um pouco diferente do que entendemos aqui no Brasil. O ideal seria trocar “relações públicas”, no título do livro traduzido, para “Assessoria de imprensa”. O livro, de 2008, continua válido. Seu texto fala sobre como devem agir os novos profissionais de marketing, privilegiando mais a divulgação e publicidade, do que anúncios e propaganda. Caminha junto do criticado “A Queda da Propaganda”, de Al Ries, porém, é menos enfático. 

11) As Novas Regras da Comunidade: Marketing na Mídia Social



Um livro melhor que o anterior, na questão de trabalhar mídia social como uma nova maneira de construir sua imagem. Traz uma grande quantidade de cases americanos; logo, é preciso aprender o conceito, mas não fazer tudo ao pé da letra. Se tiver que escolher entre o anterior e este, leia primeiro este.

12) A Arte de SEO



Como recomendação do Conrado Adolpho, 2 outros livros sobre SEO (“SEO – A bíblia” e “SEO e SEM”, da Martha Gabriel) foram retirados, porque este é o indicado como único que compre para aprender os primeiros 70% do que é SEO. Como estamos no Brasil, esse livro vai lhe dar subsídios para que você alcance excelentes resultados em otimização de sites no nosso país.

13) Blog Marketing



O livro traz dicas interessantes de como os blogs ajudam na comunicação de uma marca. Uma ressalva: o papel dos blogs, atualmente, mudou um pouco com o crescimento do Twitter, do Facebook e com a chegada dos smartphones cada vez mais “smarts”. Não é que os blogs vão acabar, mas acho que o papel dele mudou um pouco.

14) Buzz



Marketing é como sexo na adolescência: muito se fala, mas pouco se faz (pelo menos na nossa adolescência). Este livro, junto com mais 2 outros que apresentamos aqui, mostrará preceitos da comunicação viral e de como espalhar sua mensagem transformando o seu consumidor em veículo.

15) Satisfação Garantida



É sempre bom saber como pensam os grandes nomes do mercado digital. Tony Hsieh é um desses nomes. O empreendedor tem uma história que deveria servir de exemplo para muitos empreendedores, ao passo que põe como um bem maior a felicidade e o propósito. Traz a história da Zappos.

16) Start-up



É interessante entender como pensam os empreendedores, para descobrir que muitos deles não têm nada a mais do que eu ou você: estavam no lugar certo, na hora certa e com a idéia certa (isso não vale para todos, pois alguns fizeram a sua hora e o seu lugar). O livro transcreve várias entrevistas com empreendedores (ou intraempreendedores) de empresas como Apple (com Wozniack), RIM (com Mike Lazaridis), Blogger (Evan Williams), Flickr (com Craig Newmark), Firefox, PayPal, Lotus, Gmail e outros. 

17) Click



Bill Trancer é diretor da Hitwise e curioso por natureza. Este livro traz muitas informações: como ler o que o Google traz para você, em termos de pesquisa de palavras-chave, por milhões de pessoas que fazem buscas em sua telinha. Basicamente, fala sobre o 1ºP do marketing digital. Você revelaria para todos da sua família, amigos e clientes todas as suas buscas no Google nos últimos 12 meses? A maioria das pessoas não as revelaria. Iria aparecer nome de ex-namorada, site de empregos e muito mais que só diz respeito a nós mesmos. Uma pesquisa de mercado sobre infidelidade (com perguntas do tipo: “você já traiu a sua esposa?”) iria ter um alto grau de incerteza por parte das respostas. No mundo real, somos influenciados por quem nos pergunta. Um ser humano pode nos julgar ou revelar nossas respostas. No mundo virtual do Google, você pode perguntar o que quiser que o robô do buscador não vai julgar-lhe. Vai entregar as respostas às perguntas mais assombrosas, com a mesma imparcialidade, como quem lhe responde uma pergunta sobre uma receita de torta de maçã. Resultado: somos muito mais honestos em nossas perguntas (que, de certa forma, é uma resposta à pergunta “o que estamos precisando ou pensando”). O livro Click trata desse assunto: como ler nas entrelinhas do Google (Google Insigths e ferramentas de palavras-chave, por exemplo) e na ferramenta da Hitwise e qual o comportamento do público mediante uma determinada palavra-chave.

18) Como Criar Sites Persuasivos



Segundo Conrado Adolpho, este foi um dos primeiros livros que leu sobre Marketing Digital e ainda utiliza muitas técnicas que ele ensina. É muito bom para quem deseja ir além do site otimizado ou bonitinho. Andrew Chak traz os diversos tipos de internautas e o que oferecer para cada um deles, em termos de conteúdo, para que ele seja persuadido a comprar de você. (...) A leitura é fácil e serve como um guia para que você tenha nas mãos: de desenvolvedor, empresário ou designer de interfaces.

19) Como Ganhar US$ 1 Milhão na Internet



Dá várias dicas para programas de afiliados, software para envio de e-mail marketing, softwares de resposta automática de e-mails, entre outras. Ewen Chia tomou a decisão de ganhar dinheiro na Internet, pensou para conseguir, mas, finalmente, conseguiu fazê-lo com técnicas que são reveladas no livro.

20) Viral Loop



Excelente livro que conta a história da criação das principais mídias sociais e outros sites, que dependam de muito tráfego e pessoas cadastradas, como o MySpace, Flickr, Bebbo, Ning, eBay, PayPal, YouTube e outros. O livro mostra a história e a teoria por trás do crescimento de cada um, defendendo o que ele chama de “coeficiente viral” (concordamos e é brilhante a maneira como isso resume tanta coisa sobre o que é marketing viral, sendo incorporado à teoria dos 8Ps do Marketing Digital). 

21) Cultura Digital.br



Livro baseado numa em entrevistas com pessoas que tem papel relevante na inclusão digital e é uma reflexão sobre a inserção da sociedade brasileira na economia baseada em bits. As entrevistas vão de Marcelo Tas à Gilberto Gil. Dá uma visão interessante do pensamento de pessoas conhecidas e influentes sobre a cybercultura que cresce a cada dia. Para quem gosta da “forma” livro, pode comprá-lo. O livro, porém, pode ser baixado gratuitamente (e, legalmente).

22) Design para Internet



Além do blog usabilidoido (de excelente conteúdo), há alguns bons livros sobre usabilidade para se adquirir e aprender mais. Quanto mais a Internet se democratiza, mais a usabilidade é importante para fazer com que um site seja acessado por todos (isso porque nem falei ainda em acessibilidade). Felipe Memória traz diversos exemplos, desde do site da BBC e vários exemplos dos sites da Globo (na época, Felipe era designer da Globo). O livro tem um blog que o complementa. 

23) Não me Faça Pensar



Um dos melhores livros de usabilidade que conhecemos. O Jakob Nielsen é muito bom, mas o Steve Krug é mais fácil para os iniciantes. Leitura obrigatória antes de começar a projetar o seu site. O efeito colateral de lê-lo é “putz… vou ter que refazer todo o meu site”. O livro traz exemplos ilustrados, casos de abas, de botões e vários elementos que achamos nem ter tanta importância na navegação, mas têm. E muita. (...) Steve Krug fez um livro simples de ler e com muito conteúdo. 

24) Do Público para as Redes



Para quem gostou de “A Galáxia da Internet”, do Castells, vai gostar desse aqui. Traz uma coletânea de artigos escritos por pensadores da sociedade da informação e outros que trabalham com comunicação, como Paulo Nassar. (...) Reflexão necessária a cada capítulo (destaque para o capítulo 4: “Da democracia à cyberdemocracia”, de Derrick De Kerckhove). 

25) e-empreendedor



Goossen, empresário experiente de empresas baseadas em Internet, mostra como uma empresa pode utilizar a inteligência coletiva, inovação aberta e redes sociais para alavancar seus negócios. (...) Em termos de livro para utilização de redes sociais em negócios, prefiro o “Groundswell”, da Charlene Li. Sobre inovação aberta, prefiro “O Poder das Multidões”, do Howe e, sobre empreendedorismo digital, prefiro o “Empreendedorismo e Marketing”, que mostraremos a seguir. 

26) Empreendedorismo e Marketing



É um livro de empreendedorismo na Internet e Marketing na Internet, sendo baseado no curso de MBA da Wharton School e foi escrito por Lodish (30 anos de experiência em mais de 40 empresas de alta tecnologia) e Morgan (vice-presidente da IdeaLab! – se você não conhece a história da IdeaLab, leia-a antes de ler esse livro… aliás, leia-a agora). Como um bom livro de empreendedorismo e marketing, fala sobre posicionamento, segmentação, publicidade, relações públicas, vendas etc.

27) Estratégias de E-mail Marketing



Vale a pena ler este livro, porque é um dos únicos que tratam do tema no mercado. Não entendo porque o e-mail marketing é tão desprezada, a ponto de não ter quase nenhum livro no mercado brasileiro sobre ele. Leia-o inteiro e, depois, utilize-o como um guia quando for pensar na sua campanha de e-mail marketing. Não se restrinja somente a ele. E-mail marketing é marketing direto. Como uma dica e fornecedores, aconselho Easy Mailing, da Dinamize, Virtual Target e Mail Sender.  

28) Linked



Conrado Adolpho não nasceu estudando Internet, mas teve um passado na engenharia aeronáutica e preparando-se para olimpíadas de matemática, ou seja, adorando números. Talvez por isso tenha gostado deste livro. Ele traz a questão das redes sociais, com uma abordagem muito mais matemática e histórica. Discorre sobre os matemáticos que estudaram a teoria dos grafos, que deu origem a toda a teoria sobre redes neurais, redes sociais e adjacentes. É um livro para “saber mais sobre”, mas não é de muita aplicação prática. É bom para quem gosta de história da ciência, de matemática e tem um tempinho livre para ler.

 29) Marketing 3.0



Conclusão que chegamos, após ler Marketing 3.0: Kotler continua ótimo. O livro mostra as mudanças no mundo – com centenas de referências – e mostra para os líderes que é preciso repensar, não só a sua estratégia de marketing, mas sua visão de mundo sustentável (ou insustentável, como está se tornando). Marketing 3.0 é sobre uma nova economia baseada no conhecimento, mas na noção de que esse planeta é a nossa casa e que a população está percebendo que tem algo errado com ele. As empresas que mudarem sua percepção de mundo e aderirem a um movimento global de “vamos consertar a besteira que andamos fazendo” serão as líderes.

30)  Marketing IdeiaVirus



Junto com “Groundswell” e “O Poder das Multidões” – e, também, Wikinomics –, é o que você precisa para entender sobre marketing viral e redes sociais. O livro é bem “Seth Godin” e traz técnicas e nomenclaturas. Seth discorre bem sobre o que faz uma ideia decolar na Internet. É interessante ler também “Ideias que colam”. Não chegamos a mostrá-lo aqui, porque não o conhecemos direito e não lemos, mas temos referências interessantes sobre ele. Vale a pena ler, mas se tiver que escolher qual ler primeiro, leia “Groundswell”.

31) Micropoder



Eu gosto muito de ler sobre as mudanças que as novas tecnologias trouxeram, não só para os negócios, mas para a sociedade como um todo. Entender a nova ordem social, a economia digital, ajuda em muito a desenvolver novas abordagens para as empresas venderem mais para o “novo consumidor”: mais afetado com as mudanças na economia. É ele que está mais exigente, atento e com mais poder. É exatamente disso que esse livro trata. O livro segue a linha do “Do Público para as Redes” e “A Galáxia da internet”, discutindo a sociedade da informação e o novo papel do consumidor. Traz referências a outras obras, desde a Grécia Antiga até os pensadores atuais e tem um texto rico de reflexões. Livro para se ler e refletir. Mais uma vez, vou usar a hashtag #papocabeça, pois é isso que o livro é. Palmas para Javier Cremades. Há outros dois livros interessantes que não mostrei aqui sobre o assunto “novo consumidor”: “A alma do novo consumidor” e “Neoconsumidor”. Vale a pena lê-los.

32) Microtendências



No campo de entender os movimentos da sociedade, para entender melhor o comportamento de compra do consumidor, o livro “Microtendências” traz vários movimentos globais que estão mudando o cenário do mercado consumidor. Penn trata de movimentos em vários países e mostra o que é e como ele influencia no seu negócio. Não cheguei a ler ele inteiro, mas recomendo. Não é de aplicação prática, mas, sim, para que entenda a dinâmica de tendências que surgem em lugares distantes e que logo, logo, podem chegar até aqui – ou que você pode aproveitar, caso venda para outros países. Na mesma linha, vale a pena ler também: “O Segundo Mundo”. Não mostrei ele na lista, mas também mostra como o cenário geopolítico no mundo está mudando com os países ditos  ”emergentes”.

 33) O Mundo é Plano



Esse não tem discussão – tem que ler e pronto. (...) É um livro que fala sobre geopolítica, as forças que mudaram o mundo no que hoje conhecemos, fala sobre a Índia, sobre a China, sobre a bolha da Internet e sobre várias informações que, se você quiser entender em que mundo vivemos, tem que ser lido. Há uma parte, no final do livro, que fala só sobre os Estados Unidos, confesso que não li…

34) O Novo Mundo Digital




Gostei desse livro do Ricardo Neves. Na mesma linha dos últimos, fala sobre sociedade digital, mudanças no mundo – desde a antiguidade até o que conhecemos. Ele foi bastante usado na bibliografia do Google Marketing. Livro para se ler no aeroporto. Não espere dicas e fórmulas de marketing digital, mas, sim, cultura geral a respeito do mundo digital que vivemos e entender um pouco mais o ser humano. Vale a pena.

35) O Poder das Multidões



Já falei dele aqui algumas vezes. Jeff Howe foi quem cunhou o termo “Crowndsourcing” – uma espécie de utilização da inteligência coletiva –, tema desenvolvido por “E-empreendedor” e o “Goundswell”. O “Wikinomics”, que trato mais a frente, também versa sobre este tema. A Internet trouxe para o mercado novas possibilidades de competitividade, baseando-se na eliminação da barreira geográfica e no aproveitamento da inteligência contida (aliada com a tecnologia) em uma, por exemplo, rede social. Utilizar-se desse poder pode tornar sua empresa extremamente competitiva. A inteligência de milhões de pessoas é muito superior à inteligência de sua equipe de pesquisadores, seja ela qual for. É interessante também ler o livro “Open Innovation”, de Henry Chesbrough, e “O Futuro da Competição”, do Prahalad, para entender onde o “poder das multidões” vai dar: inovação aberta (veja o site Nine Sigma e o Innocentive) e em processos de co-criação (como o Camiseteria, App Store, plugins do Firefox etc.).

36) O que a Google faria?



Jeff Jarvis foi o inferno na vida da Dell durante um tempo. Muitos conhecem a história. Ele criou um blog chamado “Dell Hell”, sobre as idiossincrasias que a Dell lhe reservou em uma novela digna da Globo, quando ele precisou da assistência técnica da Dell. Ele é um jornalista experiente e polêmico, conta a história no livro e mostra a maneira “Google” de ver o mercado e lidar com problemas. O livro é bom, mas não chega a ser maravilhoso. Vale a pena ler.

37) Otimização da Página de Entrada



Tim Ash tem uma empresa que realiza, para simplificar a história, “testes A/B”. Um teste A/B é você criar, por exemplo, uma página principal vermelha e outra azul para o seu site e, depois, verificar qual delas teve maior conversão em vendas, fazendo com que cada usuário, aleatoriamente, entre em uma ou em outra. O livro trata de como fazer isso de maneira profissional. Mostra modelos matemáticos para que você entenda o comportamento do seu consumidor e o que deve mudar na sua página para aumentar sua taxa de conversão. É um livro com estrela de favorito. Vale muito a pena ler e entender seu método.

 38) Seis Graus de Separação



Segue a mesma linha do “Linked”, porém, é melhor. O livro versa sobre a evolução da teoria das redes sociais, da conexão entre os indivíduos e mostra aspectos da teoria de sistemas complexos. Utiliza-se de vários cases, para exemplificar suas ideias e é de fácil leitura. É mais teórico-acadêmico e não vai lhe trazer muitas dicas e fórmulas, mas, sim, apresentar como o mundo atual está calcado em conexões bem mais complexas do que imaginamos. O título do livro se remete à famosa experiência dos 6 graus de separação, empírico, entre quaisquer dois seres humanos habitantes desse planeta. É interessante ler mais sobre ela.

39) Sempre Ligado



Livro que trata sobre as mudanças na propaganda e no comportamento do consumidor. (...) Nada muito novo, mas a maneira como o texto as apresenta é diferente, didática e persuasiva. O livro, lógico, fala sobre a indústria da propaganda nos Estados Unidos. É um livro traduzido de um estudo feito pela Booz & Company e começa com uma boa análise das ações da Nike, fala da Tesco, Google, atenção do consumidor e outros pontos relevantes à nova era. É um livro bem voltado para publicitários e agências. Vale a pena.

40) Sundae de Almôndegas



Seth Godin acertou nesse livro. O texto é leve, profundo e com insigths interessantes. Achei engraçado só ele falar que o livro é grosso, mesmo. Porque tem muitas ideias, etc. Ele não leu o Google Marketing, com 656 páginas sobre Marketing Digital e, agora, Os 8Ps do Marketing Digital, com mais de 900 páginas. O livro fala sobre o comportamento comum nas empresas, de utilizar as técnicas antigas em mercados e comportamentos novos. Se o jogo agora é basquete, você não pode achar que está jogando futebol. As regras mudaram porque o jogo mudou. Não dá para você confundir almôndegas com sorvete. Seth tem bons argumentos e, sendo ele um veterano no mercado digital, fala com muita propriedade. Livro com estrelinha para ler antes dos outros.

41) Twitter, Chiclete e Camisinha



Livro divertido, que trata muito bem do assunto Twitter. Editado pela mesma editora do Google Marketing – a Novatec – e por um “iteano” (que estudou no ITA, escola que também estudei). O livro é de fácil leitura e traz informações bem legais sobre softwares para Twitter, dicas, cases, etc. O livro é bem diagramado e escrito por um brasileiro. O que não deixa aquele ar de “nunca ouvi falar dessa empresa”. Tem case da Ivete Sangalo. Também não deixa o ar de “Ele está falando da Dell, mas minha empresa é muito menor e as estratégias não são as mesmas”. O livro ainda traz um dicionário de termos do Twitter. (...)

42) Vai Fundo



(...) A versão em português chama-se “Vai Fundo”. O livro é conta o que Gary Vaynerchuk, um descendente bielorusso, fez para aumentar o faturamento da loja de vinhos da família utilizando Facebook, sites de vídeos, como o YouTube, e outras ferramentas da web 2.0. O livro é divertido e fácil de ler. (...) Vale a pena estudar o case de Gary, que pode ensinar muito a sua empresa: como utilizar as redes sociais para melhorar o seu negócio. Procure o nome de Gary, em revistas e reportagens, no Google, e verá várias ocorrências. Por falar em estudar cases, aproveite e estude também o case da Zappos.

43)  Vendendo Software



Não é um livro sobre marketing digital, mas, sim, sobre vendas de produtos digitais, no caso, software. Aisa tem esse curso de “engenharia de vendas”, há alguns anos, voltado para empresas de software, e é muito bom. (...) A obra mostra dicas de como se deve agir e pensar para transformar o intangível em tangível. Em um site, você tem que transformar informação – bit – em elementos persuasivos. (...) Apesar de ser para empresas de software, serve muito bem para pensar em quais elementos utilizar em um site persuasivo. (...) Leia também: “O Poder da Persuasão”, de Robert Cialdini, o papa da persuasão no mundo.

44) Wikinomics



(...) O livro é um clássico da colaboração em massa, inovação aberta, co-criação e tudo o que já falamos do “O Poder das Multidões”. Segue aquele estilo americano de apresentar a ideia e, depois, ficar durante o livro todo defendendo-a com cases (O “Cauda Longa” também é assim). O livro fala do projeto Genoma, do site Innocentive, da Wikipedia, do Linux. Só lendo para entender. Livro com estrelinha de favorito.

45) Groundswell



Charlene Li e Bernoff são da Forrester, que dispensa apresentações. Ela veio ao Brasil, há alguns meses, pela HSM, e é considerada uma das maiores autoridades em redes sociais no mundo. De fato, o livro é bom e traz dados e insights interessantes. Mostra como você deve implementar uma estratégia de relacionamento com o seu consumidor, por meio de redes sociais, avaliando o perfil tecnográfico do seu público-alvo. Tem teoria e prática. Há artigos falando sobre o Groundswell; então, antes de comprá-lo, dê uma lida nesses artigos. Livro para ser lido, relido e usado como guia, depois. Nem preciso falar: leia antes dos outros.

46) Web Analitica – Uma Hora por Dia



Avinash Kaushik é membro do conselho de diretores da Web Analytics Association e evangelizador de métricas do Google Analytics. Seus vídeos no YouTube (muitos estão legendados) são um capítulo à parte que devem ser vistos e revistos. O livro traz muito conteúdo, é denso e deve ser estudado como um curso à parte. Não existem muitos livros sobre métricas no país. (...) O livro preenche bem essa lacuna, mas é o único, por enquanto. O livro dele não é substituído pelo  Conversion University, do Google Analytics. O ideal é baixar todo o conteúdo do site do Google e ler o livro. E ainda, se possível, fazer um curso sobre Web Analítica. Esse livro é um excelente começo.

47) A revolução das Mídias Sociais



(...) O livro do André Telles, “A revolução das mídias sociais”, possui conteúdo objetivo, indo direto ao ponto. Deveria se chamar “Mídias Sociais: Manual prático”. Já no início, no capítulo de vídeos dá várias dicas, ensina do básico até o que se deve fazer para promover o vídeo, cases, dicas etc. Vai entrar na biografia da próxima edição do Google Marketing. Vale a pena ler e usar como guia.

48) Inbound Marketing



Livro que explora o chamado “Inbound Marketing”, termo já bem difundido nos EUA, mas ainda um pouco misterioso por aqui pelo Brasil. Inbound Marketing é o que muitas empresas que trabalham com internet fazem (ou deviam fazer), com seus clientes – gerar leads. O livro trata de como gerar leads, a partir de um trabalho feito com o Google, mídias sociais e blogs. Deve-se levar em conta que algumas ferramentas utilizadas, nos EUA, são bem diferentes das mais utilizadas aqui no Brasil. O livro fala de Digg e StumbleUpon, por exemplo. Vale a pena lê-lo devido ao conceito. Há uma parte interessante sobre conversão de clientes, porém, para esse tipo de conhecimento, é melhor o próximo livro que indicarei.

49) Otimização de Conversão



O livro tem um bom conteúdo sobre como converter visitantes em clientes, algo que não é tão explorado na literatura sobre marketing digital no Brasil. Ainda estamos nos concentrando muito em tráfego e pouco em como converter esse tráfego em vendas. (...) Lê-lo juntamente com “O Poder da Persuasão”, do Cialdini, e “Como criar sites persuasivos” é um bom conjunto para o tema conversão.

50) O Preço Inteligente



Não é um livro que fala de marketing digital, mas fala de estratégias de precificação diferenciadas, em uma economia altamente competitiva, em que a tecnologia não é mais diferencial e, principalmente, em que a Internet derruba o custo marginal e impinge aos mercados a informação grátis como uma regra. O livro traz exemplos atuais e antigos, de Ray Kroc a Yunus, de Walt Disney a Wal-Mart, e mostra que nem sempre nossas arraigadas teorias a respeito de precificação continuam válidas.

Chegamos ao fim desta lista. Espero que tenha gostado dos livros que foram indicados. Comente como tem evoluído seus estudos a partir dessa Biblioteca Básica de Marketing Digital. Abraços, bons estudos e até breve! :)
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