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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Mensagem do dia: 17.10.2011
"A educação moderna conduz apenas à argumentação, não à sabedoria total. Qual é a utilidade de obter educação que não pode levá-lo à imortalidade?" - Sathya Sai Baba.

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sábado, 15 de outubro de 2011
7 competências que o mercado busca
Quais são as 7 competências que o mercado busca em um profissional? Abaixo, citamos 7 talentos que as empresas buscam. Veja em http://goo.gl/MUvxk.
1. Autogerenciamento: capacidade de motivação, disciplina e auto-avaliação do indivíduo.2. Comunicação múltipla: capacidade de se comunicar de modo eficaz, em inglês, precisa ser prioridade em determinadas áreas. Há outras formas de comunicação, como: a informática, os blogs, a intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados.
3. Negociação: apresente ideias de forma clara e convincente, argumentando de forma positiva, franca e objetiva.
4. Adaptabilidade: mudança é uma das duas grandes certezas da vida; por isso, o profissional do futuro deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.
5. Educação contínua: novidades tecnológicas, descobertas e novos processos mais eficazes aparecem a cada instante. É fundamental a busca continua por aprimoramento.
6. Domínio da tecnologia: Ayrton Senna já dizia: "Tecnologia faz diferença". Use e fomente a tecnologia de ponta sempre que possível ou quando houver necessidade. Decrete sua obsolescência e parta para patamares mais altos de tecnologia.
7. Foco nos resultados: são os resultados que interessam, mas a ética deve ser respeitada. Na busca pelos resultados, as pessoas também são avaliadas por suas ações. Vale refletir e analisar o que você busca e o que agregará valor em termos de custos/esforço.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Infográfico: O estrategista de mídia social
Este infográfico traz um olhar sobre traços de personalidade, educação, planos de carreira e responsabilidades dos profissionais de sucesso que atuam na área de mídia social. Veja o infográfico em http://goo.gl/eeXXy.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
Mensagem do dia: 16.08.2011
"Eu me considero, primeiramente, um inventor. O que é realmente empolgante em ser um inventor não são os prêmios. Claro que todos gostam de reconhecimento, mas este não é o objetivo. O que é realmente animador é ter pessoas usando sua tecnologia e ter um efeito positivo na vida delas. (...) Maior parte de minha gratificação vem da leitura, não apenas para cegos, mas como também para crianças disléxicas. Eu recebo muitos milhares de cartas e mensagem de pessoas cegas dizendo que elas não poderiam ter conseguido um emprego ou educação sem nossa tecnologia e isso é muito gratificante." - Ray Kurzweil.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Educação afeta religião
Educação afeta religião, mas de uma forma mais complexa do que se pensava. O que é mais provável: que quanto mais educada a pessoa for, mais ela questionará suas crenças religiosas, mais ela deixará de ir à igreja e até mesmo um dia abandonará sua fé inteiramente, ou o contrário? Segundo uma pesquisa, a educação de uma pessoa afeta suas práticas religiosas de maneiras complexas. (...) Entre as novas descobertas deste estudo, em http://goo.gl/SJs7D, encontram-se:
- Educação teve um efeito forte e positivo sobre a participação religiosa. Cada ano adicional de escolaridade aumentou as chances de frequentar os cultos religiosos em 15%.
- O aumento em educação foi associado com a leitura da Bíblia. Cada ano adicional de escolaridade aumentou as chances de ler a Bíblia pelo menos ocasionalmente em 9%.
- Educação foi relacionada à mudança de afiliações religiosas. As chances de mudar para uma denominação protestante mais comum nos EUA aumentou 13% para cada ano de educação.
- Os entrevistados mais educados eram mais propensos a questionar o papel da religião na sociedade. No entanto, eles foram contra coibir as vozes dos líderes religiosos sobre questões sociais, e apoiaram os direitos desses líderes religiosos de influenciar o voto das pessoas.
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sábado, 23 de julho de 2011
Jogo dos 100 erros de português: Educar para Crescer
O jogo dos erros de português! Brinque neste jogo e evite 100 erros comuns da Língua Portuguesa. Saiba mais em http://goo.gl/2DOQI (Fonte: Abril S.A.).
| NA PONTA DA LÍNGUA - Aprenda o que muda com o acordo ortográfico e como aplicar as novas regras do português. | |
| VOCÊ SABIA? - Quando as mudanças começam a valer? Como ensinar as novas regras? Tire suas dúvidas sobre a reforma ortográfica. | |
| CULTURA - Entenda as forças que moldam o português do Brasil e saiba como a gente pode estar falando logo mais. | |
| REFORMA SIM! - Diogo Mainardi, articulista de Veja, fala sobre os pontos positivos da unificação do português. | |
| QUIZ DA REFORMA ORTOGRÁFICA - Veja se você já se acostumou às novas regras da lingua portuguesa, em vigor desde janeiro de 2009. |
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
O que a Google faria? (texto adaptado)
Parece que nenhuma empresa, executivo ou instituição entende perfeitamente como sobreviver e prosperar na era da Internet. Exceto a Google. Assim, em face de todos os desafios atuais, faz sentido perguntar: o que a Google faria?
Em administração, comércio, notícias, mídia, manufatura, marketing, indústria de serviços, investimentos, política, governo, educação e religião, responder essa pergunta é uma chave para navegar em um mundo que mudou radical e definitivamente.

Esse mundo está "de pernas para o ar", virado do avesso, é absurdo e confuso. Que poderia imaginar que um serviço gratuito de classificados poderia ter um efeito tão profundo e permanente sobre a indústria jornalística, que crianças com câmeras e conexões de Internet pudessem reunir públicos maiores que redes de TV, que eremitas com teclados pudessem derrubar políticos e empresas, e que pessoas sem formação acadêmica pudessem criar empresas que valem bilhões?

Eles não fizeram isso quebrando as regras, mas funcionam de acordo com as novas regras de uma nova era, a saber:
É por isso que a resposta inteligente a essa mudança é perguntar o que esses disruptores - Mark, Craig, Jeff, Kevin e, é claro, a Google - fariam. A Google, generosamente, compartilha sua filosofia, no site da empresa, declarando as "Dez verdades descobertas pelo Google". São tópicos inteligentes, mas óbvios, que ajudam na doutrinação de empresas (necessário quando você tem um aumento de funcionários de 50% em 1 ano: de 16.000, no final de 2007, para 20.000, antes do final de 2008): "O foco no usuário e em todo o resto continuará", decreta a Google. "É melhor fazer só uma coisa, muito, muito bem. (...) Rápido é melhor que devagar. (...) Você pode ganhar dinheiro sem ser mau. (...) Há sempre mais informações em outros lugares. (...) A necessidade de informações ultrapassa todas as fronteiras...". São tópicos úteis, mas não contam a história toda. Há mais a se aprender observando o Google.
A questão é sobre pensar de maneiras novas, enfrentar novos desafios, resolver problemas com novas soluções, ver novas oportunidades e entender com outra perspectiva a estrutura da economia e da sociedade. Tenta-se ver o mundo como a Google o vê, analisando e desconstruindo seu sucesso ao longe, de modo que possamos aplicar o que aprendemos a nossas próprias empresas, instituições e carreiras. Faremos engenharia reversa na Google.
A Google é nosso modelo para pensar de modo diferente, porque seu sucesso é singular. A Hitwise, que mede o tráfego na Internet, informou que o Google deteve 71% das buscas nos EUA e 87% no Reino Unido, em 2008. Depois de adquirir a empresa de propaganda DoubleClick, em 2008, a Google passou a controlar 69% dos serviços de propaganda online, segundo a IDC. No Reino Unido, a receita de propaganda do Google ultrapassou a da maior entidade televisiva comercial, ITV, e, 2008, e espera-se que ultrapasse a receita de todos os jornais nacionais da Inglaterra juntos.

A empresa ainda está em disparada: o tráfego do Google, em 2007, cresceu 22,4% em um ano. A Google não declara mais quantos servidores administra - as estimativas giram em torno de milhões - e parou de declarar quantas páginas monitora, mas, quando começou, em 1998, ela indexava 26.000.000 de páginas; em 2000, rastreava 1.000.000.000; em meados de 2008, 1.000.000.000.000 de páginas. Em 2007 e, novamente, em 2008, diz o Millward Brown BransZ Top 10, o Google era a marca nº 1, em todo o mundo.
Em administração, comércio, notícias, mídia, manufatura, marketing, indústria de serviços, investimentos, política, governo, educação e religião, responder essa pergunta é uma chave para navegar em um mundo que mudou radical e definitivamente.

Esse mundo está "de pernas para o ar", virado do avesso, é absurdo e confuso. Que poderia imaginar que um serviço gratuito de classificados poderia ter um efeito tão profundo e permanente sobre a indústria jornalística, que crianças com câmeras e conexões de Internet pudessem reunir públicos maiores que redes de TV, que eremitas com teclados pudessem derrubar políticos e empresas, e que pessoas sem formação acadêmica pudessem criar empresas que valem bilhões?

Eles não fizeram isso quebrando as regras, mas funcionam de acordo com as novas regras de uma nova era, a saber:
- Agora, os clientes estão no comando. Podem ser ouvidos no mundo inteiro e têm impacto sobre instituições gigantescas num piscar de olhos;
- As pessoas podem se encontrar em qualquer lugar e se unir a favor de você ou contra;
- O mercado de massa está morto, substituído pela massa de nichos;
- "Mercados de conversas", decretou The Cluetrain Manifesto (trabalho sobre a era da Internet, em 2000). Hoje, a principal habilidade de uma organização não é mais vender, e, sim, conversar;
- Mudamos de uma economia baseada na escassez, para uma economia baseada na abundância. O controle de produtos ou da distribuição não mais garantirá um produto de alta qualidade e lucro;
- Permitir que os clientes colaborem com você: na criação, distribuição, marketing e apoio a produtos. É o que gera um produto de alta qualidade no mercado atualmente;
- Empresas bem sucedidas são as redes - que obtêm o mínimo de valor possível para que possam crescer o máximo possível - e as plataformas sobre as quais essas redes são construídas.
- Ser proprietário de canais, pessoas, produtos ou de propriedade intelectual não é mais a chave para o sucesso, e, sim, a transparência.
Os fundadores e executivos do Google entendem a mudança provocada pela Internet. É por isso que eles são tão bem sucedidos e poderosos e administram o que o The Times, de Londres, chamou "a empresa de crescimento mais rápido da história mundial". O mesmo vale para alguns capitalistas disruptores, como Mark Zuckerberg (fundador do Facebook); Craig Newmark (fundador e representante de serviço ao cliente, do site Craiglist); Jimmy Wales (cofundador da Wikipedia); Jeff Bezos (fundador da Amazon); e Kevin Rose (criador do Digg). Eles vêem um mundo diferente do que o restante de nós vê e, em consequência, tomam decisões diferentes, que não fazem sentido de acordo com as antigas regras das antigas indústrias, que, agora, estão despedaçadas, graças a esses novos modos e novos pensadores.
É por isso que a resposta inteligente a essa mudança é perguntar o que esses disruptores - Mark, Craig, Jeff, Kevin e, é claro, a Google - fariam. A Google, generosamente, compartilha sua filosofia, no site da empresa, declarando as "Dez verdades descobertas pelo Google". São tópicos inteligentes, mas óbvios, que ajudam na doutrinação de empresas (necessário quando você tem um aumento de funcionários de 50% em 1 ano: de 16.000, no final de 2007, para 20.000, antes do final de 2008): "O foco no usuário e em todo o resto continuará", decreta a Google. "É melhor fazer só uma coisa, muito, muito bem. (...) Rápido é melhor que devagar. (...) Você pode ganhar dinheiro sem ser mau. (...) Há sempre mais informações em outros lugares. (...) A necessidade de informações ultrapassa todas as fronteiras...". São tópicos úteis, mas não contam a história toda. Há mais a se aprender observando o Google.
A questão é sobre pensar de maneiras novas, enfrentar novos desafios, resolver problemas com novas soluções, ver novas oportunidades e entender com outra perspectiva a estrutura da economia e da sociedade. Tenta-se ver o mundo como a Google o vê, analisando e desconstruindo seu sucesso ao longe, de modo que possamos aplicar o que aprendemos a nossas próprias empresas, instituições e carreiras. Faremos engenharia reversa na Google.
A Google é nosso modelo para pensar de modo diferente, porque seu sucesso é singular. A Hitwise, que mede o tráfego na Internet, informou que o Google deteve 71% das buscas nos EUA e 87% no Reino Unido, em 2008. Depois de adquirir a empresa de propaganda DoubleClick, em 2008, a Google passou a controlar 69% dos serviços de propaganda online, segundo a IDC. No Reino Unido, a receita de propaganda do Google ultrapassou a da maior entidade televisiva comercial, ITV, e, 2008, e espera-se que ultrapasse a receita de todos os jornais nacionais da Inglaterra juntos.

A empresa ainda está em disparada: o tráfego do Google, em 2007, cresceu 22,4% em um ano. A Google não declara mais quantos servidores administra - as estimativas giram em torno de milhões - e parou de declarar quantas páginas monitora, mas, quando começou, em 1998, ela indexava 26.000.000 de páginas; em 2000, rastreava 1.000.000.000; em meados de 2008, 1.000.000.000.000 de páginas. Em 2007 e, novamente, em 2008, diz o Millward Brown BransZ Top 10, o Google era a marca nº 1, em todo o mundo.
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
Computadores serão professores
O cofundador da Apple, Steve Wozniak, tem uma ideia para melhorar o sistema de educação pública dos EUA: computadores, é claro. Leia a matéria completa no site: http://goo.gl/YV7GB.
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet (português)
Isaac Asimov mostra toda sua genialidade prevendo, em 1988, a importância da Internet na educação e em nossas vidas. Entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas. Asimov prevê entre outras coisas as redes sociais e aplicações como a Wikipedia, Yahoo Answers, etc.
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