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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

CNN alerta: Nibiru é real: Planeta X (Vídeo: 0:33)

A CNN se atreve a falar sobre a existência de Nibiru e oferece dados concretos. (...) Leia a matéria completa em http://goo.gl/AQnGm e assista ao vídeo em http://goo.gl/G1CXU.

Texto em espanhol:
Pese a las presiones, los datos han llegado hasta la CNN. Pese a la censura, y aunque sea durante unos breves 32 segundos, la CNN, ha conseguido captar la atención de los más escépticos, incluso de aquellos que no deseaban que esta información saliera a la luz.

La cuestión es importante, ya que hasta la fecha no se habían aportado datos en las Televisiones sobre el particular, a excepción de ciertos “rumores”. Pero en esta ocasión, claramente se especula en la CNN sobre el hecho de que el Orto de la Enana Marrón, uno de cuyos satélites (planetas exteriores) es Nibiru, es el que está desplazando los cometas desde Oort hacia el interior del Sistema Solar. La cuestión está cada vez más clara. Exocientificamente, los recientes descubrimientos, nos muestran que la regla general son los sistemas solares binarios, y la excepción, es un sistema unitario. De hecho, la gran mayoría de estrellas de naturaleza similar a nuestro sol, es orbitada por Enanas Marrones o enanas Rojas, como es el caso de Gliese 581 en la constelación de Libra,  o Gliese 219 A, por citar innumerables ejemplos.(Ver NASA Smoking Gun on Elenin!!!!!! – Page 2 – Survivalist Forum). Si desean ver un exhaustivo catálogo de exoplanetas, pueden encontrarlos aquí, y como verán, la regla general es el binarismo estelar. Gliese 581 e – Visual Exoplanet Catalogue.


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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O homem em busca da transcendência

A aspiração para o além, o desejo de transcendência, a sensação de que existe algo além do que é perceptível ou outra dimensão de existência, continuamente, levou o homem a empreender uma busca espiritual. A busca pode ser através da religião ou não, mas sempre se destaca a necessidade do homem de conhecer e buscar a experiência do Sagrado, de ultrapassar os limites da condição humana. Assista ao vídeo em http://goo.gl/n5eM5.


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domingo, 1 de maio de 2011

Entre o espiritual e o material (Texto de MARCELO GLEISER)


O material sem o espiritual é cego, e o espiritual sem o material é fantasia. Nossa humanidade está na interseção


EXISTIMOS NESSA FRONTEIRA, não muito bem delineada, entre o material e o espiritual. Somos criaturas feitas de matéria, mas temos algo mais. Somos átomos animados capazes de autorreflexão, de perguntar quem somos.
Devo dizer, de saída, que espiritual não implica algo sobrenatural e intangível. Uso a palavra para representar algo natural, mesmo intangível, pelo menos por enquanto.
Pois, se olharmos para o cérebro como o único local da mente, sabemos que é lá, na dança eletro-hormonal dos incontáveis neurônios, que é gerado o senso do "eu".
Infelizmente, vivemos meio perdidos na polarização artificial entre a matéria e o espírito e, com frequência, acabamos optando por um dos dois extremos, criando grandes crises sociais que podem terminar em atrocidades.
Vivemos numa época onde o materialismo acentuado -do querer antes de tudo, do eu antes do outro, do agora antes do legado-, está por causar consequências sérias.
Lembro-me das sábias linhas do filósofo Robert Pirsig, no clássico "Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas": "Nossa racionalidade não está movendo a sociedade para um mundo melhor. Ao contrário, ela a está distanciando disso".
Ele continua: "Na Renascença, quando a necessidade de comida, de roupas e abrigo eram dominantes, as coisas funcionavam bem.
Mas agora, que massas de pessoas não têm mais essas necessidades, essas estruturas antigas de funcionamento não são adequadas. Nosso modo de comportamento passa a ser visto como de fato é: emocionalmente oco, esteticamente sem sentido e espiritualmente vazio".
O ponto é claro: atingimos uma espécie de saturação material. Para chegar a isso, sacrificamos o componente espiritual. O material é reptiliano: "Eu quero, eu pego. Se não consigo, eu mato (metaforicamente ou de fato). O que quero é mais importante do que o que você quer".
Claro, progredimos muito, dando conforto a milhões de pessoas, mas, no frenesi do sucesso, deixamos de lado o que nos torna humanos. Não só nossas necessidades, mas nossa generosidade, nossa capacidade de dividir e construir juntos.
Quando nossa sobrevivência está garantida, recaímos em nosso modo reptiliano de agir -autocentrado- e esquecemos da comunidade.
A diferença entre nossa realidade e a de Pirsig, que escreveu essas linhas acima em 1974, é que um novo tipo de conscientização está surgindo, em que o senso de comunidade está migrando do local ao global.
Isso me deixa otimista.
Em todo o planeta, um número cada vez maior de pessoas entendeu já que os excessos materialistas da nossa geração precisam terminar. Não é apenas porque o materialismo desenfreado é superficial. É porque é letal, tanto para nós quanto para a vida à nossa volta.
Olhamos para nosso planeta de modo que não olhávamos 20 anos atrás. O sucesso do filme "Avatar" não teria sido o mesmo em 1990.
O momento está chegando para um novo tipo de espiritualidade, que nos levará a uma existência mais equilibrada, onde o material e o espiritual mantêm um balanço dinâmico. O material sem o espiritual é cego, e o espiritual sem o material é fantasia. Nossa humanidade reside na interseção dos dois.


Texto de MARCELO GLEISER, que é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "Criação Imperfeita"
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Deus

"Ao longo da história da humanidade a ideia ou compreensão de Deus assumiu várias concepções em todas sociedades e grupos já existentes, desde as primitivas formas pré-clássicas das crenças provenientes das tribos da Antiguidade até os dogmas das modernas religiões da civilização atual.
Deus muitas vezes é expressado como o criador e Senhor do universo. Teólogos tem relacionado uma variedade de atributos para concepções de Deus muito diferentes. Os mais comuns entre essas incluem onisciência, onipotência, onipresença, benevolência (bondade perfeita), simplicidade divina, zelo, sobrenatural, eternidade e de existência necessária.
Deus também tem sido compreendido como sendo incorpóreo, um ser com personalidade divina, a fonte de toda a obrigação moral, e o "maior existente".[1]
Estes atributos foram todos suportados em diferentes graus anteriormente pelos filósofos teológicos judeus, cristãos e muçulmanos, incluindo Rambam,[2] Agostinho de Hipona[2] e Al-Ghazali,[3] respectivamente. Muitos filósofos medievais notáveis desenvolveram argumentos para a existência de Deus,[3] tencionando combater as aparentes contradições implicadas por muitos destes atributos." (...) - Fonte: Wikipedia.
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