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domingo, 14 de agosto de 2011

12.000 "capas" do site do jornal The New York Times (vídeo: 7:22)

Um vídeo com as 12.000 "capas" do site do jornal The New York Times? (...) Como serão os desdobramentos do jornalismo online? (...) O que sai na capa de um jornal ainda é muito relevante. O impresso é documento e passa credibilidade ao leitor. No caso da Internet, a home herdou essa importância. Se algo tem destaque na página principal de um portal ou jornal, tal fato é tratado com maior nível de relevância perante outros. É a manchete impressa em uma versão 2.0. (...) O desenvolvedor de interfaces Philip Mendonça-Vieira criou um vídeo com quase 1 ano de "capas" do site do maior jornal do planeta, o norte-americano The New York Times. (...) Assista ao vídeo em http://goo.gl/SWWYl.


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Mensagem do dia: 14.08.2011

Medo, o maior de todos os paradigmas
 
Todos falam em mudanças, mas também concordam que mudar é coisa muito lenta e muito difícil e ficam se questionando sobre as causas de tanta dificuldade. 
Penso que as pessoas não mudam por causa do medo, tão fortemente entranhado na alma que até já se acostumaram a dar ênfase ao drama, às catástrofes. Cultivam o trágico e alimentam esse culto todos os dias, ouvindo as tragédias que correm pela mídia, grudados no jornal da TV e ouvindo notícias terríveis acontecendo por todo o mundo e que vão criando em sua alma o medo de uma catástrofe iminente. E isso fecha todos os caminhos, segura qualquer expectativa de uma felicidade duradoura. 
E de onde vem todo esse medo? 
Vem da cultura religiosa que lança idéias mórbidas, que aprisiona as pessoas no medo, que ensina que esse mundo em que vivemos "é um vale de lágrimas" e cultiva também as crenças apocalípticas com o chavão: "De 2000 não passará". Passou. Mas as mentes doentias logo trataram de prorrogar o prazo. Ensina também que é somente através de muito sofrimento que conseguiremos resgatar um mal ancestral. Ou que temos que sofrer para resgatar um carma do qual não temos a mínima lembrança. 
Aos chefes, sejam políticos ou religiosos, não interessa um povo sem medo sobre o qual não conseguiriam impor seu controle. E criaram a idéia de um Deus que tudo vê, que castiga aqueles que não são bonzinhos. Mas, como cidadãos do Universo, somos livres, sem nenhum deus a exigir que sejamos servis. 
Quando a pessoa consegue um pouco de felicidade, fica até com medo porque já lhe ensinaram que... "o que é bom dura pouco". 
Alguém nos ensinou que estamos aqui para curtir a vida, para sermos felizes em todos os dias de nossa existência terrena e termos sucesso naquilo que fazemos? Não!.... 
O que ouvimos com frequência é: "Cuidado... Não vá com tanta sede ao pote! Quem ri hoje, chora amanhã!" 
O que escutamos ao longo da vida? Que a felicidade só chega depois de muito sofrimento e depois de muita ralação.... e talvez nem chegue nessa vida mas, pelo menos, já está garantida uma felicidade futura. A pessoa se encolhe, perde a graça em viver, e fica presa naquele eterno medo do amanhã, tolhe sua criatividade, seus talentos, vendo somente o mal e a negatividade em tudo. 
Esse medo já virou um paradigma, uma síndrome genética, vem de gerações e gerações de pessoas que acreditam no sofrimento, na choradeira. E, como os paradigmas são difíceis de serem quebrados, acreditam que se a pessoa não tiver medo do amanhã, será um irresponsável que não sabe controlar a própria vida. Mas, na verdade, quem não tem o controle de si mesmo são as pessoas que acabam doentes de tanto medo, tanta preocupação com o futuro e suas possíveis catástrofes que acabam mergulhando na depressão ou no pânico; ou criam mentes deformadas, acostumadas a mentirem desde criança para fugirem da repressão ou do castigo. Medo de doença, medo do futuro, medo do apocalipse, medo da morte....        
E se tanto medo não existisse? Se nos ensinassem, desde pequenos, que morrer era a passagem para a grande aventura de uma nova existência, carregando conosco nossa plena consciência e nossas experiências, como seríamos hoje? Como seríamos hoje se nos ensinassem a acreditar em nós mesmos, em nossa força interior, e que somos herdeiros da felicidade e não da dor e do mal? Será que alguém se preocuparia com idéias apocalípticas? Será que existiria a depressão ou a síndrome do pânico? 
Como seria então a nossa vida?... Com certeza, seria uma vida muito mais feliz, plena e cheia de realizações. - Márcia Villas-Bôas.
 
 
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

New York Times lança portal para projetos experimentais

O The New York Times (NYT) lançou, em 07.08.2011, um site beta público, o beta620, onde aplicará projetos experimentais sobre jornalismo e testará novas ferramentas. O público poderá navegar pelo portal, testando e dando feedback sobre projetos. A ideia é que os leitores avaliem novidades, aplicando-as na home principal. (..) Há um painel onde o leitor poderá visualizar o conteúdo gerado e comentar no Facebook. O TimeInstant é uma ferramenta de busca que usa a API do Times, exibindo resultados instantâneos de pesquisas. Para quem gosta de HTML5, um aplicativo permitirá que se folheie a edição impressa do jornal. Redação @midia8, com informações do Mashable (Ref.: http://goo.gl/oDvG8).

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Era Digital: compartilhando informação na Internet

Na Era Digital, informação é poder? A Internet acaba com esta história. (...) Quem vai morrer primeiro: os jornais ou os portais? (...) Com a Internet, foi-se o tempo em que informação era poder. Sair na frente é importante para qualquer meio de comunicação. (...) Saiba mais em http://goo.gl/Alqcu.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Tendenciosidade na informação

Milhões de leitores, de tele/áudio expectadores. Centenas de meios, quase todos iguais. Notícias, fatos. Uma reunião de pauta, a escolha, um repórter, uma cobertura. Uma TV, um rádio, um jornal, uma revista e a Internet como complemento e mais uma alternativa.

Foco: pessoas, cidadãos de todas as classes, de níveis diferentes, de interpretações geralmente iguais. Poucos sabem do poder que têm em suas mãos.

Uma matéria impressa, uma câmera, um microfone de rádio e a expressão de liberdade, todas com o intuito de informar. Informar o quê? A verdade! Nada mais que a verdade. (...). Leia mais na excelente matéria de Leide Franco, estudante de comunicação social na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), @LeideFranco, em http://goo.gl/opBdO.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Google abandona projeto News Archives

Após 5 anos, o Google anuncia que está abandonando o projeto de digitalização e indexação do conteúdo de jornais. Saiba mais em http://goo.gl/1RZig.

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