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terça-feira, 19 de julho de 2011

Vidas Passadas: Discovery Channel (Vídeos)

Documentário da Discovery Channel sobre casos comprovados de reencarnação e vidas passadas (em 5 partes).




Documentário exibido pelo Discovery Channel, em 2006. O que acontece conosco depois da morte? É possível voltar? Dois terços da população do planeta - pessoas das mais distintas religiões - , acreditam que sim. Mas, a ciência moderna persiste em rejeitar essa idéia. 

Existem evidências científicas sobre vidas passadas? A resposta pode estar em um grupo de crianças, que cientistas de diferentes áreas do saber vêm estudando: (...) elas ainda muito jovens, manifestaram memórias (...) vivas de existências e mortes experienciadas anteriormente à vida que levam atualmente. (...) Forneceram detalhes surpreendentes sobre pessoas que jamais conheceram, lugares em que nunca estiveram e fatos que não presenciaram, pelo menos não nesta vida. Os vídeos mostram o trabalho dos pesquisadores desse fascinante assunto em busca de provas sobre a existência, ou não, da Reencarnação.

Jornal Diário da Manhã Goiânia 10.Mai.2009
http://www.dm.com.br/materias/show/t/um_caso_de_reencarnacao

Um caso de reencarnação. Luiz Antônio de Paiva (médico psiquiatra e vice-presidente da Associação Médico-espírita de Goiás). Há cerca de 4 anos, assisti a um documentário no Discovery Channel (TV a cabo) sobre casos indicativos de reencarnação. Eram crianças que na altura de 3 anos começavam, de repente, a dizer que tinham sido determinadas personalidades já falecidas e, em se pesquisando os dados, constatava-se a veracidade das reminiscências relatadas. (...) O Dr. Jim Tucker, psiquiatra infantil, professor e pesquisador da Universidade da Virgínia, afirma: "Muitos casos envolvem memórias, declarações e comportamentos, mas marcas de nascença são algo objetivo." A evidência de um processo físico, objetivo, pelo qual uma personalidade poderia indicar que sobreviveu à morte e se transferiu para outro corpo, sempre foi a exigência dos opositores do professor Ian Stevenson, predecessor de Tucker, frente aos resultados de suas pesquisas com mais de 3.000 casos (...)  A comprovação da existência de uma memória extra-cerebral, em muitos desses casos, não foi o suficiente para eles. (...) Recusar-se a aceitar as evidências já acumuladas é o velho recurso do reducionismo materialista dos acadêmicos, frente à teses ousadas e, em especial, aquelas que apontam para a comprovação da existência e sobrevivência da alma. (...) Talvez, em futuro próximo, assistamos ao acúmulo de mais provas físicas, inclusive de outra natureza, colocando em cheque (...) as teorias materialistas que ainda impregnam o mundo acadêmico. (...)

Livro: Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação, de
Ian Stevenson
http://www.scribd.com/doc/13797234/Ian-Stevenson-Vinte-Casos-Sugestivos-de-Re...
 
(...) Investigações parapsicológicas, no Brasil, encontram-se ainda em sua fase inicial. Existem poucos centros de estudo de Parapsicologia, (...) todos eles mantidos por iniciativa particular. Não temos cátedras universitárias dessa disciplina. Sua difusão é feita através de livros ou de palestras e cursos populares sumários, mediante os quais reduzido número de interessados ou curiosos são informados sobre esse importante ramo do conhecimento humano. Tais ensinamentos nem sempre são ministrados por instrutores capacitados ou isentos de preconceitos religiosos e filosóficos. Desse modo, o público brasileiro não tem tido exata noção daquilo que, atualmente, constitui o amplo campo da investigação parapsicológica em elaboração (...) nos grandes centros de pesquisas mundiais. (...) Este livro compreende uma amostragem extraída do já grande acervo de fatos estudados era vários países, pelo Dr. Ian Stevenson, (...) que possui em seus arquivos cerca de 600 casos, dos quais investigou, pessoalmente, mais de 200. (o texto completo do livro, com 357 páginas, em formato PDF, está disponível no endereço acima).

Wikipedia, a enciclopédia livre da Internet
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ian_Stevenson

Ian Stevenson (1918 - 2007), pesquisador e médico psiquiatra canadense. Sua pesquisa incluía o tema da Reencarnação, a Experiência de Quase-Morte (EQM), aparições ou visões no leito de morte, a problemática do relacionamento entre mente e cérebro, e a continuidade da personalidade após a morte. Interessou-se (...) pela memória que as crianças possuíam de vidas passadas. (...) Stevenson foi o fundador da pesquisa científica a respeito da reencarnação e ficou conhecido por recolher e analisar, meticulosamente, casos de crianças as quais pareciam lembrar de vidas passadas sem o auxílio da hipnose. (texto completo no endereço acima).

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Parte 4:


Parte 5:

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domingo, 5 de junho de 2011

Google: um pouco de história

O Google surgiu em janeiro de 1996, como um projeto de doutorado dos estudantes Larry Page e Sergey Brin, da Universidade de Stanford, nos EUA, apenas como Google Search. O projeto, chamado de Blackrub, foi desenvolvido devido à frustração de seus criadores com os sistemas de busca da época, tendo como objetivo a construção de um site mais avançado, com mais recursos, mais rápido e com maior quantidade de ligações.


O nome do site foi escolhido por causa da expressão googol, termo que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar o quão grande é a Web. Mas, de googol para Google existiu um fato curioso para que ocorresse esta alteração. Segundo relata o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o 1º investidor da empresa emitiu um cheque de US$ 100,000.00, perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page apenas disseram que estavam pensando em dar o nome de "Googol" à empresa. O empresário, então, por ignorância, escreveu "Google" ao invés de "Googol", obrigando que a empresa tivesse este nome.

Os estudantes conseguiram seu objetivo e mostraram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente simples. Tinham como proposta possuir um site com uma publicidade discreta e bem dirigida, para que o buscador perdesse o menor tempo possível nele

Hoje em dia, o Google oferece uma série de outros serviços online, quase todos gratuitos, incluindo: serviço de e-mail (GMail), edição e compartilhamento de documentos e planilhas (Google Docs), rede social (Orkut), comunicação instantânea, tradução (Google Tradutor), compartilhamento de fotos (Picasa), vídeos (YouTube e Google Vídeos), confecção e gerenciamento de Blogs (Blogger), agenda (Google Agenda), pesquisa de mapas e endereços (Google Maps), notícias (Google Notícias), livros online (Google Livros), pesquisa em tempo real (Google Pesquisa em Tempo Real), exploração do mundo em seu computador (Google Earth), artigos acadêmicos (Google Acadêmico), entre outros.

O sucesso do site é tamanho, que tornou as ações da empresa uma das mais valorizadas e rentáveis nas bolsas norte-americanas. No 2º semestre de 2007, as ações ordinárias do Google estavam cotadas a US$ 650,00 cada..

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Don't Fear the Internet (Não tema a Internet) (em inglês)

Não deixe de conhecer e de visitar este site: Don't Fear the Internet (Não tema a Internet) (em inglês), no endereço http://www.dontfeartheinternet.com/resources.
Artigos, entrevistas, vídeos, notas, códigos, design, entre outros assuntos são a tônica presente.
A recomendação é de Carol Hoffmann, via Facebook.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Web 1.0, 2.0 e 3.0 (Web semântica)

A Web 1.0 é a web estática, onde as pessoas apenas navegam e consomem informações.
A Web 2.0 é a web da participação, onde as pessoas usam a web como plataforma para todo tipo de interação: blogs, vídeos, fotos, redes sociais. A Web 2.0 é o que chamamos de computação em nuvem - os aplicativos (como GMail, redes sociais, etc.) ficam na Internet (nuvem de computadores). Pessoas, animais, objetos, lugares, etc. poderá fazer parte da web. Chamamos isso de "Internet das coisas" e é para onde caminhamos.
Para conseguirmos atuar na web e encontrar o que é relevante, a cada instante, precisaremos de um novo paradigma de busca e organização da informação, que chamamos Web 3.0 ou a Web semântica. Além da informação em si, o contexto e as ligações referentes a essa informação permitirão encontrar significado que auxilie o uso da web.

Assista ao vídeo sobre a Web 3.0 ou Web semântica:

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

YouTube ensina copyright


SÃO PAULO - O YouTube estreou vídeos e questionários em seu serviço de vídeos para educar parte de seu público a respeitar as leis de direitos autorais. Sob o nome “YouTube Copyright School”, o vídeo explica, em inglês (com legendas em mais de 20 idiomas), regras sobre direitos autorais, como por exemplo, o fato de ser proibido gravar filmes no cinema, em canais de TV e em espetáculos teatrais e depois jogá-los no YouTube para compartilhar com seus amigos.




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